TURISMO É COISA SÉRIA foi assinatura de meu 1º artigo publicado . Passaram-se anos,e Guarujá sobrevive a tudo e a todos. Opino, elogio e critico defendendo a Cidade que amo. Minha alma é caiçara, adora o mar, o movimento das ondas, a brisa quente do verão e a friagem do inverno. Minha preocupação além do Turismo local,é a agressão diária de alguns predadores humanóides, que daqui levam a riqueza, assaltando os cofres públicos, e deixando milhares á espera de saúde, educação, segurança e lazer
quarta-feira, 7 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
VOCE CONFIARIA SEUS FILHOS À DILMA DE BABÁ?
Texto publicado pela atual Vereadora Mara Gabrilli, no Jornal Folha de São Paulo de 01/07/20010, em resposta ao ataques recebidos por ter questionado em seu Twitter: "Você confiaria seus filhos para Dilma de babá?"
Mara Gabrilli - Pela pergunta, fui agredida por simpatizantes de Dilma, sem nenhuma compostura: chamaram-me de violenta, mesquinha e preconceituosa.
Em jantar com uma amiga, falávamos sobre eleições. Resolvi tuittar: "Você confiaria seus filhos para Dilma de babá?". Achei a questão bem-humorada e passível de ser compartilhada.
Um turbilhão de críticas brotou. Fiquei pasma assistindo às reações mais diversas.Houve desde quem congratulasse até quem me agredisse. Pouco foi divulgado daqueles que simplesmente responderam à pergunta.
Para mim, ficou claro o quanto as pessoas depositam seus próprios preconceitos ao se depararem com uma pergunta que está longe de ter julgamento de valores.
Fui patrulhada por simpatizantes da candidata, sem nenhuma compostura: chamaram-me de preconceituosa, mesquinha e violenta.Chega a ser até engraçado receber esses atributos, devido à abordagem que tenho da vida.
Onde está o preconceito da pergunta? Curioso que cada pessoa enxerga em um lugar diferente. Uns disseram que a chamei de feia. Outros, que sugeri que, por ter sido guerrilheira, não é boa no trato com os pequenos. Até me acusaram de ter preconceito com babá. Eu já fui babá, além de precisar deste tipo de serviço 24 horas por dia.
Que conspiração criativa foi essa? Eu perguntei o significado que as palavras montaram.
Não falei mal da Dilma, e sim questionei a confiança das pessoas.
Invoquei o imaginário de cada um, como a Dilma humana, sem cargo e sem Lula.
Só isso!
Compararam minha pergunta com outra, feita ao Kassab sobre seu estado civil. A sexualidade da Dilma não me desperta a mínima curiosidade. Além do que, trabalho pela diversidade e isso, para mim, tanto faz.
O Fernando de Barros, da Folha, escreveu que eu quis rejeitar a Dilma contrapondo-a à imagem de "mãe do PAC". Dei até risada, porque nunca pensei nisso e o PAC, para mim, lembra biscoito de polvilho. Aventou a possibilidade de ter sido ação engendrada pelo meu partido, o PSDB.
Nossa! Quanta aversão a uma pergunta, enquanto mensaleiros com dinheiro na cueca não causaram esta indignação.Dedico a minha vida a melhorar a vida das pessoas. Quem pode subtrair-me o direito de perguntar?Além do que, confiança é item imprescindível para um voto; essa sensação deveria ser estimulada em disputas políticas, não tolhida.
Precisamos de um bom assunto sobre confiança, então aí vai um.
Certa vez, confiei a sanidade da vida do meu pai ao Lula. Empresário de transportes no ABC, homem doce e afável, foi extorquido durante anos com arma apontada na cara por quadrilha de dirigentes da Prefeitura de Santo André.
Essa história é conhecida, culminou no assassinato do Celso Daniel e serviu de laboratório para o mensalão. Quando as retaliações aumentaram e meu pai foi ficando mais doente, enchi meu coração de esperança e confiança e fui tocar a campainha do Lula.
Ele me atendeu muito bem, prometeu, mas nada fez. Meu pai adoeceu e emudeceu.
Hoje, também precisa de serviços de cuidadores. Quando, raramente, solta um "Oi, filha", choro de alegria.
Sem dúvida, continuarei a estimular perguntas, ainda que incomode a muita gente.
E você, o que te calaria?
Postado por Pamela Mor
Mara Gabrilli - Pela pergunta, fui agredida por simpatizantes de Dilma, sem nenhuma compostura: chamaram-me de violenta, mesquinha e preconceituosa.
Em jantar com uma amiga, falávamos sobre eleições. Resolvi tuittar: "Você confiaria seus filhos para Dilma de babá?". Achei a questão bem-humorada e passível de ser compartilhada.
Um turbilhão de críticas brotou. Fiquei pasma assistindo às reações mais diversas.Houve desde quem congratulasse até quem me agredisse. Pouco foi divulgado daqueles que simplesmente responderam à pergunta.
Para mim, ficou claro o quanto as pessoas depositam seus próprios preconceitos ao se depararem com uma pergunta que está longe de ter julgamento de valores.
Fui patrulhada por simpatizantes da candidata, sem nenhuma compostura: chamaram-me de preconceituosa, mesquinha e violenta.Chega a ser até engraçado receber esses atributos, devido à abordagem que tenho da vida.
Onde está o preconceito da pergunta? Curioso que cada pessoa enxerga em um lugar diferente. Uns disseram que a chamei de feia. Outros, que sugeri que, por ter sido guerrilheira, não é boa no trato com os pequenos. Até me acusaram de ter preconceito com babá. Eu já fui babá, além de precisar deste tipo de serviço 24 horas por dia.
Que conspiração criativa foi essa? Eu perguntei o significado que as palavras montaram.
Não falei mal da Dilma, e sim questionei a confiança das pessoas.
Invoquei o imaginário de cada um, como a Dilma humana, sem cargo e sem Lula.
Só isso!
Compararam minha pergunta com outra, feita ao Kassab sobre seu estado civil. A sexualidade da Dilma não me desperta a mínima curiosidade. Além do que, trabalho pela diversidade e isso, para mim, tanto faz.
O Fernando de Barros, da Folha, escreveu que eu quis rejeitar a Dilma contrapondo-a à imagem de "mãe do PAC". Dei até risada, porque nunca pensei nisso e o PAC, para mim, lembra biscoito de polvilho. Aventou a possibilidade de ter sido ação engendrada pelo meu partido, o PSDB.
Nossa! Quanta aversão a uma pergunta, enquanto mensaleiros com dinheiro na cueca não causaram esta indignação.Dedico a minha vida a melhorar a vida das pessoas. Quem pode subtrair-me o direito de perguntar?Além do que, confiança é item imprescindível para um voto; essa sensação deveria ser estimulada em disputas políticas, não tolhida.
Precisamos de um bom assunto sobre confiança, então aí vai um.
Certa vez, confiei a sanidade da vida do meu pai ao Lula. Empresário de transportes no ABC, homem doce e afável, foi extorquido durante anos com arma apontada na cara por quadrilha de dirigentes da Prefeitura de Santo André.
Essa história é conhecida, culminou no assassinato do Celso Daniel e serviu de laboratório para o mensalão. Quando as retaliações aumentaram e meu pai foi ficando mais doente, enchi meu coração de esperança e confiança e fui tocar a campainha do Lula.
Ele me atendeu muito bem, prometeu, mas nada fez. Meu pai adoeceu e emudeceu.
Hoje, também precisa de serviços de cuidadores. Quando, raramente, solta um "Oi, filha", choro de alegria.
Sem dúvida, continuarei a estimular perguntas, ainda que incomode a muita gente.
E você, o que te calaria?
Postado por Pamela Mor
Guarujá 78 anos - Oremos e vigiemos
" Ao pisar a areia fria em minhas caminhadas matinais, sentindo no rosto a brisa vinda do mar, ouvindo o som do quebra-ondas e o piar dos mergulhões, invariavelmente cerro meus olhos e vivo plenamente este momento de Paz. Eu estou aqui,este é o meu lugar. Amo Guarujá,um paraiso natural onde desejo adormecer."
Pedro Scott
quarta-feira, 30 de junho de 2010
É TRISTE MAS É VERDADE
Recebo hoje dia 29/06/2010 telefonema de um amigo me chamando a atenção para o PROGRAMA TUCA JR. na TV GUARUJÁ, onde estava sendo entrevistada a Secretária de Turismo do Guarujá. Independente de qualquer juízo pré-estabelecido sobre a Sra.Eunice confesso que fiquei surpreso com a extrema dificuldade demonstrada pela Secretária em apresentar algo aos telespectadores.
Não só o idioma é impecilho, mas a insegurança em apresentar coisas que ela mesma sabe que não vão acontecer da maneira correta.
Quando se falou de Guarujazz, esqueceram que o evento é da Lucas Shows, do competente Herbert Lucas, produtor musical do Bourbon Street desde sua inauguração, e foi realizado com enormes prejuízos e desgastes na Administração Farid Madi . No ano passado novo desgaste ao terem como parceira a problemática Front 360. Aquela mesma . O Guarujazz é um evento de criação da empresa Lucasshows, inclusive com nome registrado e etc.. Como pode a Secretária falar do evento como se fosse da Prefeitura Municipal?
Segundo a Sra. Eunice, o maestro Ruriá Duprat será o produtor musical do evento dela ( que não deve ser o Guarujazz original) , e irá trazer nomes de projeção internacional. O que se sabe ate o momento é que a Front 360 está sendo obrigada, por pessoas fortes da administração do Guarujá, a trazer algumas atrações aproveitando as contratações da sua temporada em Campos de Jordão e assim enganar mais uma vez a si prórpia e ao público que visita a Cidade em Julho.Mas o mais engraçado foi a contratação do ex Secretário de Turismo Valter Batista pela Front , para montar algo parecido com o Guarujazz, como se ele entendesse algo desse assunto.
Estão cometendo um verdadeiro estelionato com a Lucas, usando a Front 360 (a que custo ninguém sabe) mais uma vez, e até o ex-secretário no desespero de fazer algo, que para gente do ramo não proporciona nenhuma dificuldade.
A moda pegou. Profissionais locais não podem fazer eventos. Esses irresponsáveis vão acabar com o Guarujazz, com o Festival Gastronômico e com tudo o que, a duras penas, nós conseguimos construir ao longo dos últimos anos.
É uma pena, é triste mas é verdade.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Por que não podemos trabalhar?
Tenho convivido com as entidades empresariais e clubes de servir locais desde minha chegada a esta Cidade há 20 anos. Lembro-me bem que a orientação recebida do então Prefeito era de que todo e qualquer evento promovido por nossa Empresa fosse levado ao conhecimento e oferecido às entidades como CDL ( a ACEG na época estava inativa ), Rotary, Igrejas e etc... As parcerias conseguidas sempre foram da melhor qualidade, e orgulho-me de ter proporcionado várias oportunidades para participações decisivas em eventos comunitários e sociais. Assim puderam aferir compensação financeira para atender suas obras assistenciais e sociais .
Hoje tenho percebido um envolvimento excessivo de entidades em assuntos que não são seu objetivo principal. Não entendo porque empresas de promoções, publicidade e eventos são preteridas por alguns dirigentes que querem mostrar conhecimento sobre assuntos dos quais não tem conhecimento nem superficial. Editam jornais, promovem eventos, criam campanhas sempre contando com os cofres da viuva. Defendo até o fim a tese de que a Prefeitura Municipal não tem que promover eventos, e nem ser a mãe de todas as publicações da Cidade.
Isso é uma atribuição de quem sabe e tem projetos. À Prefeitura cabe oferecer educação, segurança, saúde, balneabilidade e etc,. Nem cabide de empregos ela deve ser.
Ao ver empresários/promotores querendo tomar o lugar de profissionais de publicidade, jornalismo e promoções como eu, imagino o quanto a vaidade atrapalha o profissionalismo.
Canso de vê-los correndo e passando o chapéu/sacolinha na Prefeitura e fico imaginando como estamos mal representados. Me pergunto: - isso é capacidade gerencial ? Como um dirigente empresarial pode defender seus associados, se não tem prestígio e nem networking para fazer um pequeno evento.
Alguma coisa tem que ser feita. Se não bastasse termos uma Secretaria de Turismo que não é do ramo , temos que concorrer com as entidades empresariais que acobertam as vaidades de seus dirigentes.
A concorrência e o desrespeito profissional são desleais. E quando se vêem apavorados, correm atrás de profissionais de outras Cidades pois tem vergonha de chamar os desprezados da Cidade.
TURISMO É COISA SÉRIA
sábado, 26 de junho de 2010
A ACEG explica "FARRA NA PRAIA".
Recebemos a seguinte Carta Aberta da ACEG sobre a exploração comercial dos back lights das praias:
" A Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG vêm a público esclarecer fatos infundados que foram divulgados ao longo desta semana, em relação aos back lights instalados nas praias de nosso município.
Ocorre que em meado de 2006, vislumbrando melhorias na infra-estrutura turística de nossa cidade, apresentamos à municipalidade um projeto que visava a instalação de duchas ao longo da orla das praias de nosso município, onde foi conferida à nossa entidade, a permissão de uso de área pública para a instalação de 44 duchas, pela Prefeitura Municipal. De posse do decreto autorizando a utilização de área pública, em 2006 a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG realizou parceria com as empresas DZ8 Special Projects e Markplan Propaganda e Publicidade para viabilizar o referido projeto, onde a mesma instalaria e conservaria os referidos equipamentos e, em contra partida, poderia comercializar publicidades nos referidos equipamentos.
No início foram instalados 10 equipamentos, gerando inúmeras mídias positivas para a nossa cidade, servindo inclusive como referência para a implantação em outras cidades. Porém alguns meses após a implantação das duchas, as mesmas sofreram diversos atos de vandalismo, e principalmente a utilização inadequada por alguns munícipes.
Dentro de alguns meses a exploração publicitária das duchas tornou-se inviável, devido principalmente ao seu alto custo de manutenção e as exorbitantes contas de consumo de água, porém neste momento acumulavam-se R$ 34.573,04 (trinta e quatro mil quinhentos e setenta e três reais e quatro centavos) de contas de consumo de água em aberto, onde tanto a entidade quanto a Prefeitura Municipal de Guarujá figuravam como sujeito passivo.
Em janeiro de 2.008 a Prefeitura Municipal de Guarujá cedeu a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG o direito de explorar os 56 back lights instalados na orla da praia de Guarujá, quando firmamos contrato com a empresa Midia Pull Editora Ltda. para comercializar mídias nos referidos equipamentos, em contra partida a referida empresa efetuou a quitação do saldo referente ao consumo de água em aberto junto à SABESP e retirou as 10 (dez) duchas instaladas na orla das praias, além de repassar a quantia de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) mensais à nossa entidade, que foram aplicados na própria finalidade da Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG. Lembrando que a própria empresa Mídia Pull Editora Ltda. efetuou a aquisição dos 56 (cinqüenta e seis) back lights instalados na orla, conforme nota fiscal apresentada pela mesma, no valor de R$ 259.840,00 (duzentos e cinqüenta e nove mil oitocentos e quarenta reais), emitida pela A V Operações de Scanner S/C Ltda.
Em dezembro de 2009 fomos surpreendidos com um decreto onde a Prefeitura Municipal de Guarujá cedia os direitos de exploração dos referidos equipamentos à empresa Front 360, sem antes consultar o verdadeiro proprietário dos equipamentos.
Como o referido decreto que autorizava a Front 360 a explorar os referidos equipamentos foram revogados e questionados pela Justiça, conclui-se que a autorização deveria partir da Superintendência do Patrimônio da União – SPU, devido à área da orla ser de domínio da união. Decidimos, juntamente com o nosso Departamento Jurídico, ingressar com requerimento ao SPU, sendo o mesmo autorizado em 10 de maio de 2.010, à título precário, oneroso e por prazo determinado de 90 (noventa) dias.
Em nenhum momento a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG teve a intenção de prejudicar, ou se sobrepor, à Administração Municipal, somente agiu seguindo a legislação pertinente ao assunto para obter a referida autorização, em nosso entendimento, não cabe à Prefeitura Municipal de Guarujá questionar a referida decisão, visto que a mesma foi concedida pelo Órgão Competente. Entendemos que a apreensão indevida das mídias instaladas com autorização da SPU demonstra claramente, um ato arbitrário da Prefeitura Municipal, beirando as raias da má fé, enquadrando-se, claramente, no crime tipificado como apropriação indébita no Código Penal Brasileiro.
A Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG tem certeza de que será realizada uma audiência com as autoridades competentes para dirimir eventuais dúvidas quanto a essa autorização, de forma a não gerar maiores problemas para a entidade, à administração municipal e a empresa parceria da entidade."
NOSSA OPINIÃO :Onde tem Front 360 no Guarujá,a coisa fica confusa. Aguardamos agora a explicação da Prefeitura Municipal, assim tudo se esclarecerá.
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